30 de setembro de 2014

POOL WOMAN

Esqueça tudo aquilo que já viu!

Esqueça tudo aquilo que a sua imaginação consegue construir!

Mas prepare-se… (para rir até não poder mais)

ELA ESTÁ A CHEGAR!

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28 de setembro de 2014

Oeste

Aqui se passa uma tarde deliciosa entre amigos, a rir a cada 2 minutos, ou menos (tanto tanto que os músculos que já me doíam horrores agora doem ainda mais). Obrigada!

27 de setembro de 2014

O vício

Todos os anos digo que “fechou a loja!” mas, a pouco e pouco, os arraiais e os festivais vão começando e a convicção com que me afirmei inicialmente acaba por me abandonar e vou fraquejando até ceder.

Este ano, a convicção é redobrada ou triplicada ou algo assim. O traje já foi abandonado num canto qualquer enquanto não o embalo religiosamente, só para mais tarde recordar; as maravilhas da internet permtem-me usufruir do espectáculo sem sair de casa, chegar-me à janela mesmo sem o merecer e ver tudo aquilo que me fez vibrar tanta e tanta vez (eu sei que, para mim, perco a parte melhor que é o ambiente de corredor e as musiquitas bonitas que são mais adequadas a esses momentos mas não pode ser tudo de uma vez só); a veia anti-social dá pulos de alegria por não ter que fazer fretes e cara alegre; a idade e a falta de paciência já não perdoam…

Aguardarei para saber o que o futuro me reserva… Sei que existirão sempre 2 ou 3 sítios onde me vou sentir tentada a ir, mais 2 ou 3 que são os meus “imperdiveís” mas já não viverei um fim-de-semana de cada vez em função deste vício. A ver vamos!

23 de setembro de 2014

Tantas criatura

“Estimadas” criaturas que vivem no interior dos armários das mulheres:

É com pesar que verifico que não estamos no mesmo comprimento de onda (a vida já me mostrou por A+B que o comprimento de onda por si só não chega, parece que é preciso que o momento também seja o mesmo mas nem vou entrar por aí). A fase maravilhosa em que vocês tratavam de alargar a minha roupa durante a noite terminou e o panorama inverteu-se totalmente. Não gosto disso! Portanto, venho por este meio informar-vos que, de momento, estou demasiado esgotada a travar outra batalha, as criaturas que vivem na minha garganta e nos meus pulmões passaram-vos à frente, mas não perdem pela demora e a chacina será total.

Grata pela compreensão!

21 de setembro de 2014

Quero-te dizer – Alberto Índio

Foi por tudo que disseste
Sem olhar para mim
Que ficou mais uma história
Sem princípio nem fim

És o quadro que
Sempre quis pintar
Mas não te dei a cor
Nem o que podia dar

Quero te dizer
Quero te abraçar
Quero te levar
Para um lugar
Onde este momento
Nunca tenha fim
Quero que esta noite
Tu digas que sim
Nem que seja por um dia
Quero ter-te só pra mim

Já gastei o silêncio
As palavras e o tempo a pensar
Na razão que me
Levou àquele lugar

A verdade é um espelho
Que nunca quebrei
Como a chuva no teu rosto
Quando te abracei

Ao piano de um hotel
A canção como o teu cheiro
Que tenho em mim
E guardo na minha mão

Quero te dizer
Quero te abraçar
Quero te levar
Para um lugar
Onde este momento
Nunca tenha fim
Quero que esta noite
Tu digas que sim
Nem que seja por um dia
Quero ter-te só pra mim

E quando oiço a tua voz
O tempo pára como
Quando estivemos a sós
O teu corpo é o meu cais
Mas eu quero muito mais

Foi por tudo o que disseste
Sem olhar para mim
Que ficou mais uma história
Sem princípio nem fim

18 de setembro de 2014

17 de setembro de 2014

Finalmente, a Festa

Este ano foi tudo diferente… Ou pareceu!

Houve uma oportunidade para ir sem conduzir, houve um concerto da Orquestra Sinfonietta de Lisboa para marcar o início da festa com aquela música que toquei tanta vez e não consegui identificar (A life on the ocean waves), houve a primeira Carvalhesa da noite e o fogo-de-artifício, houve ponto de encontro em Setúbal e em Viana.

Sábado foi tarde de conhecer o Clube Desportivo da Amora, só para o Moscatel ficar fresquinho. Houve Diabo na Cruz e o simplesmente delicioso concerto do Jorge Palma com o  seu convidado Sérgio Godinho (mais a oportunidade de conhecer malta de Leça, com sotaque a condizer, e reconhecer as unhacas de guitarrista na mão errada), houve OqueStrada e Naifa (sim à chuva) e aquele momento arrepiante em que tudo parou para ouvir e ver a Simone de Oliveira a cantar a Desfolhada (sim, ainda à chuva), houve ainda uns excassos minutos de Cristina Branco. E, como a chuva não parava, não houve tributo a Zeca no palco Alentejo… E, como a chuva não parava, desistimos e rumámos ao carro, debaixo de chuva sim, e a casa, também debaixo de chuva.

Domingo foi dia do cansaço começar a pesar… Arrastou-se malta amiga e não se fez nem metade do que se desejava, mas regou-se tudo muito bem. Conheceu-se (mais) malta algarvia porreira, malta do mundo e o peluche do monstro das bolachas. Concertos nesse dia acho que nem vi nenhum por inteiro (sniff, sniff) mas bailou-se a Carvalhesa mais uma e outra vez…

Agora, paga-se cara a Festa com a gripe que teima não ir embora, e a tosse irritante que ela trouxe de bónus (abençoadinho ar condicionado do trabalho em modo congelador), e só se volta a bailar (como se ninguém estivesse a olhar) daqui a mais ou menos um ano… Novamente na Atalaia.

13 de setembro de 2014

New York, New York

Start spreading the news, I am leaving today.
I want to be a part of it, New York, New York.
These vagabond shoes, are longing to stray
Right through the very heart of it, New York, New York.

I wanna wake up, In that city that doesn't sleep.
And find I'm king of the hill, top of the heap.

These little town blues, are melting away.
I'll make a brand new start of it, in old New York.

If I can make it there,
I'll make it anywhere.
It's up to you, New York, New York.

New York, New York.
I want to wake up, in that city that never sleeps.
And find I'm a Number 1, Top of the list, King of the hill, a Number 1...

These little town blues, are melting away.
I'm gonna make a brand new start of it,
in old New York, and...

If I can make it there, I'll make it anywhere.
It's up to you, New York, New York!

4 de setembro de 2014

Aquilo que eu não fiz – Tiago Betencourt

Eu não quero pagar por aquilo que eu não fiz
Não me fazem ver que a luta é pelo meu país
Eu não quero pagar depois de tudo o que dei
Não me fazem ver que fui eu que errei

Não fui eu que gastei
Mais do que era para mim
Não fui eu que tirei
Não fui que comi
Não fui eu que comprei
Não fui eu que escondi
Quando estavam a olhar
Não fui eu que fugi
Não é essa a razão
Para me quererem moldar
Porque eu não me escolhi
Para a fila do pão
Este barco afundou
Ouve alguém que o sugou
Não fui eu que não vi

Eu não quero pagar por aquilo que eu não fiz
Não me fazem ver que a luta é pelo meu país
Eu não quero pagar depois de tudo o que dei
Não me fazem ver que fui eu que errei

Talvez do que não sei
Talvez do que não vi
Foi de mão para mão
Mas não passou por mim
E perdeu-se a razão
Tudo o bom se feriu
Foi mesquinha a canção
De esse amor a fingir
Não me falem do fim
Se o caminho é mentir
Se quiseram entrar
Não souberam sair
Não fui eu quem falhou
Não fui eu quem cegou
Já não sabem sair

Eu não quero pagar por aquilo que eu não fiz
Não me fazem ver que a luta é pelo meu país
Eu não quero pagar depois de tudo o que dei
Não me fazem ver que fui eu que errei

Meu sono é de armas e mar
Minha força é navegar
Meu norte em contraluz
Meu fado é vento que leva
E conduz
E conduz
E conduz

3 de setembro de 2014

Ainda os instrumentos

Sortudos são os instrumentos sem brilho que passam despercebidos entre os pingos da chuva!

1 de setembro de 2014

Desabafo #4

Às vezes, mas só às vezes (e muitas vezes nos últimos meses), dava vontade de não ter nem uma pontinha de brio profissional, nem uma pontinha de competência, nem uma pontinha de “vamos lá despachar isto que o que está feito ganha ao que está por fazer”, nem uma pontinha de dois dedos de testa... Mas não dá, é mau demais...