31 de dezembro de 2019

E fez-se luz

Queria escrever um post pipoco sobre "subir na vida", sobre aquele desejo permanente em ir mais longe, alcançar objetivos e progredir na carreira, ou algo desse género. Mas, ao fim de tantos anos de "luta" laboral, reparo agora que, para mim, subir na vida tem outro sentido.

A minha cozinha tem, finalmente, uma luz de jeito, devidamente enquadrada, num candeeiro manhoso que permite regular a cor/luminosidade. Claramente, subi na vida!

30 de dezembro de 2019

Step 1 Towards 2020

As minhas crises de psoríase continuam ao rubro e, está assim provado que, o tratamento com recurso a componentes biológicos não resulta comigo.
Portanto, valores mais altos se "alevantam" e parei o tratamento.

Está accionado o plano desintoxicação 20.20!

26 de dezembro de 2019

Constatação do óbvio

Numa noite de copos, alguém me disse que tenho assuntos mal resolvidos, que não fazem sentido porque ninguém precisa de pessoas tóxicas na vida.
Infelizmente, sinto e sei que levo estas "preocupações" para 2020, faz parte de quem eu sou passar o tempo a tentar reabrir portas que ficaram encostadas. Mas estou claramente sem forças para enfrentar portas fechadas onde colocaram todas as trancas.

#saoescolhas

Que 2020 traga, apenas e só, paz de espírito, se faz favor.

14 de fevereiro de 2019

Happy Valentine's Day

Cada vez estou mais certa que todas as pessoas cruzam o nosso caminho por um motivo específico...

O jantar hoje foi lasanha 😊

11 de fevereiro de 2019

New Year, Old Habits


“Life changes in a heartbeat”

O 2019 começou com as folhas todas em branco… E, rapidamente, essas folhas em branco começaram a ser preenchidas, rasuradas, entupidas, inundadas… A uma velocidade ainda mais rápida e alucinante que os macaquinhos trabalham no meu sótão. O calendário, na medida em que se pretendia um calendário de registos, sofreu a mesma sorte.

De repente, surgiram as pessoas. E essas pessoas querem atenção (embora se esqueçam que o caminho de A para B é o mesmo que de B para A).

Já eu quero que não me chateiem, que não me cobrem, que não me imponham restrições que não tenho, que não me façam ter trabalho com algo que não me interessa, que se façam à vidinha e me deixem na minha paz (também ela rápida e alucinante porque é sempre invadida por macaquinhos).

Quando as mesmas escolhas que nos unem são aquelas que nos separam, sinto que o mundo está cada vez mais às avessas. E fecho-lhe a porta!