22 de março de 2015

Meia Maratona EDP 2015

Não me sinto uma gaja de meias mas agora já tenho o par :)

Ainda não sei o que me passou pela cabeça quando decidi fazer a minha segunda meia maratona... O fator “correr emagrece” pesou na decisão, o fator “preciso desligar o cérebro” também, mas nada justifica não me ter rendido à lesão que conquistei na terrinha, andar a madrugar para tentar treinar qualquer coisinha e ter avançado na mesma com a decisão.

Este ano, a prova saiu-me do corpinho... O frio horroroso que se sentia na hora de apanhar o comboio e sair do mesmo, deu lugar a um sol abrasador que me queimou os ombros e a carinha laroca; o cardiofrequencímetro “ofereceu-me” uma queimadura de fricção por baixo do peito; o pé contrário ao da lesão criou uma bolha de sangue (que só descobri na hora da banhoca) e uma das unhas acumulou sangue por baixo antes de declarar o óbito... E agora, ouço aquela voz que me acompanhou grande parte da prova, em modo “palhaço” de serviço a fazer turismo numa corridinha, a dizer “deixa-te de mariquices”. Confere!

Receosa me confesso e, este ano, estava com medo desta aventura, não estava tão bem preparada como no ano passado e os joelhos andavam a acusar o desgaste. Ainda assim, o comparativo (agora versus anteriormente) é bastante simpático:

Sinto que fiz uma prova muito boa, fez-me feliz e agora que olho para o registo vejo-a igual à primeira meia (mas mais sofrida!). Obrigada, Gato ;)

Relativamente à prova em si, tudo o que escrevi no ano passado continua a fazer imenso sentido e, talvez por isso, percebi que não se trata (só) de uma questão de organização... Afinal o maior defeito da prova chama-se “falta de civismo”.

20 de março de 2015

Sonho vs. Realidade II

Este ano a coisa complicou-se…

Era uma vez uma rapariguinha que continuava a ter sonhos e a gostar de correr, que apesar das 50500 lesões, optou por não parar e seguiu em frente. Esta rapariguinha era muito prendada, já tinha feito uma meia, portanto, decidiu que (nem que fosse devagar e paradinha) faria outra, para ficar com um par bonito e perfeitinho.

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Este ano a realidade ajudou-me a manter-me fiel às escolhas já feitas e às decisões já tomadas, porque não quero mais ser borguista só porque sim, e “afastou-me” dos meninos de azul (acho que já nem devo conhecer nenhum).

E sim, poderia ter ido só ver as serenatas, porque até acho que teria valiado a pena… Mas não era a mesma coisa Smiley piscando

19 de março de 2015

NB - Novo Brilho

Hoje estou grata...
Obrigada a todos aqueles que estiveram do meu lado, que (com mais ou menos paciência) aturaram as minhas oscilações de humor, que me disseram o "tu consegues" tantas e tantas vezes, que me deram força e apelaram à minha coragem, que me ajudaram a levar o meu barco a bom porto e tantas outras coisas.

Estou feliz e sei que isso se deve também a ter-vos na minha vida :)

17 de março de 2015

Ausência

O meu TICO e o meu TECO migraram para parte incerta…

Há posts em espera, para deixarem de ser só ideias e passarem a ser escritos com princípio, meio e fim. Há uma nova profissão no horizonte (mal ou bem disto já não me safo). Há um cansaço exagerado e assolapado, a derrotar-me e a tomar conta de mim…

Neste momento, faz-me sentido o livro de Alice Vieira, “Se perguntarem por mim digam que voei”!

8 de março de 2015

Dia da mulher

Pela primeira vez, decidi e fui ser independente. Fui fazer diferente. Fui ser eu, e apenas eu, longe do habitual (tarda mas não falha). E, em honra de todas as mulheres da minha vida (as aventureiras, as corajosas, as determinadas, as apaixonadas e todas as outras também), fui feliz!

2 de março de 2015

Canela ou tornozelo?

A minha canela apaixonou-se (estúpida!)…

Hoje, permiti-lhe que se aventurasse no primeiro encontro, depois de dois ou três namoricos pontuais e inocentes, e a idiota… Precipitou-se! Sem que eu saiba bem como, fez uma escolha que, racionalmente, eu nunca faria e encantou-se por um Asics Stormwalk Gel, vistoso e cheio de qualidades, que exigia baixo investimento e garantia retorno em protecção e segurança (apesar de ser recomendado apenas para distâncias curtas).

Gostava de conseguir negar mas foi um espectáculo digno de se ver. De início, o encaixe não foi perfeito, estranharam-se um ao outro, mas como um pequeno ajuste e a continuidade dos movimentos foram percebendo que aquilo fazia todo o sentido, tinham tudo a ver e o conforto era qualquer coisa de delicioso.

Agora que o entusiamo inicial passou, ela sente e sabe que ele lhe faz bem mas não vai ser para toda a vida (há um professor lá no ginásio que não se cansa de me dizer que os ténis só duram x quilómetros – e o google ajuda a perceber que são aproximadamente 500),. Ainda por cima, devem ter-se dois pares de ténis de corrida e ir trocando (isso para ela é que nem pensar). Portanto, só me resta testemunhar no que isto vai dar e até pode ser que a paixão os leve, juntinhos, até à Meia Maratona.

24 de fevereiro de 2015

(Im)previsível é…

Passares na rua por um rapaz trajado, com uma bandeira de cor indecisa na mão, enrolada, na qual só consegues ler a palavra “universitária” e ficares a adivinhar de que tuna é que ele é… Ou talvez não Smiley piscando

23 de fevereiro de 2015

Blog challenge...

Ora bem, a Carolina do …Perestrella… desafiou-me para responder a umas perguntinhas e já que eu lhe falho imensas vezes, porque o código postal não facilita, aqui fica a minha prestação.

Regras do desafio...

  • Responder a 10 perguntas que te foram colocadas
  • Nomear 3 a 10 seguidores (não podes nomear quem te nomeou)
  • Criar 10 perguntas para quem tu nomeares 
  • Avisar os seguidores, que tu escolheste, com o link do post do desafio
  • Avisar quem te nomeou para que possa ver as tuas respostas ;)

Respostas...

  1. Uma personalidade que te marque
    No masculino, o Mauro Lopes… Se é Dux, ou foi já, tem estatuto para ser personalidade!
    No feminino, a prima Ana Dias… Ter sido vocalista de uma banda nos anos idos lá atrás também lhe dá estatuto para personalidade.
    Ambos, os dois, porque têm qualidades marcantes e eu quero ser assim quando crescer Alegre

  2. Um livro
    [Só um!?] "Brida" de Paulo Coelho.

  3. Melhor série de Tv que viste e porquê?
    Heroes, por causa do Hiro Nakamura e da sua habilidade de teletransporte (porque estimulou o meu imaginário com a facilidade de resolução de todos os problemas de código postal).

  4. Melhor viagem que fizeste
    New York, New York.

  5. Um destino a ir
    [Só um!?] Riviera Maya.

  6. Não sais de casa sem?
    O meu novo telemóvel XPTO.

  7. Maior defeito
    Teimosia.

  8. Maior virtude
    [Agora é que me lixei... Mas tinha que haver alguma difícil, né!?] A paixão assolapada pelas pessoas da e na minha vida.

  9. O que te deixa feliz?
    Coisas simples! Tais como: boa companhia, conversas intermináveis, abraços apertados, sorrisos sinceros... E boa música.

  10. Doce ou salgado?
    Definitivamente, doce (seja o leite condensado directamente da lata ou a coca-cola) mas também me rendo ao salgado (pipas, pevides e, mais recentemente, Lays no Forno).

Perguntas...

  1. Achas que alguém ainda procura o Nemo?

  2. É possível o emprego perfeito estar dentro do mesmo emprego?

  3. Porque é que não existe o homem perfeito?

  4. É possível arrancar de nós aquelas coisas que nos marcam até às entranhas e fazem de nós aquilo que somos?

  5. Qual o melhor sítio onde já pernoitaste?

  6. Qual o país onde encontraste as pessoas mais civilizadas?

  7. Que farias se um estranho te oferecesse um mimo?

  8. Toda a gente tem veia maternal/paternal ou isso é um mito?

  9. Qual o chefe de que mais gostaste até hoje e porquê?

  10. Porque teimamos em fazer perguntas em vez de dar respostas?

    Adaptado daqui e daqui Smiley piscando

    Nomeados...

    Como essa coisa dos seguidores não faz sentido nenhum aqui nesta “casa”, ainda para mais com blogs onde dar as suas respostas (e o casal maravilha já passou o testemunho!), eu não vou nomear ninguém (as perguntas ficam só porque fazem parte do desafio e eu estou a cumprir, dentro das minhas limitações) Smiley mostrando a língua

    18 de fevereiro de 2015

    MESMO!

    O dia vai longo… Uma gaja, no meio da sua crise existencial, sobre o que pensa e não pensa, sobre o que diz e não diz, lida com a frustração da melhor forma que sabe e consegue (ou não consegue mas faz os possíveis e os impossíveis). Chega ao carro e repara que tem um bilhetinho no limpa pára-brisas.

    “Olá, minha querida!! Precisamos MESMO de falar…”

    Really!? Simplesmente divinal! Fizeste-me ganhar o dia. Obrigada!