12 de novembro de 2011
Há sempre música entre nós - Dina
Acordo a voz, agarro a música no ar
Não sei bem se é por magia
Ou se é mesmo assim
Há sempre música dentro de mim
Não chores não quando a tristeza te doer
Acorda a voz, canta uma música qualquer
Qualquer música tem magia
Há na música uma alegria
Que vibra lá dentro de ti
Há sempre música entre nós
Não chores não, acorda a voz
Cantaremos até o dia nascer...
Há sempre música entre nós
Nós a cantar não estamos sós
Cantaremos até ao amanhecer...
Pela manhã sinto a vontade de cantar
Acordo a voz, agarro a música no ar
Qualquer música tem magia
Há na música uma alegria
Que vibra lá dentro de ti
Há sempre música entre nós
Não chores não, acorda a voz
Cantaremos até o dia nascer...
Há sempre música entre nós
Nós a cantar não estamos sós
Cantaremos até ao amanhecer...
Até o dia nascer
Até ao amanhecer
Até o dia nascer
4 de novembro de 2011
Medo de Amor - EAISEL
A música é meio abichanada mas, mal ou bem, esta ainda é do tempo em que eu me deliciava a ouvir a Estudantina Académica do ISEL e conhecia os marmanjos quase todos :p
3 de novembro de 2011
Silêncio e tanta gente - Maria Guinot
Que descubro o amor em teu olhar
É uma pedra
Ou um grito
Que nasce em qualquer lugar
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal aquilo que sou
Sou um grito
Ou sou uma pedra
De um lugar onde não estou
Às vezes sou o tempo que tarda em passar
E aquilo em que ninguém quer acreditar
Às vezes sou também
Um sim alegre
Ou um triste não
E troco a minha vida por um dia de ilusão
E troco a minha vida por um dia de ilusão
Às vezes é no meio do silêncio
Que descubro as palavras por dizer
É uma pedra
Ou um grito
De um amor por acontecer
Às vezes é no meio de tanta gente
Que descubro afinal p'ra onde vou
E esta pedra
E este grito
São a história d'aquilo que sou
1 de novembro de 2011
24 de outubro de 2011
"YATTA!"
20 de outubro de 2011
18 de outubro de 2011
8 de outubro de 2011
Hoje é dia de agradecer…
Por vezes, sem que consigamos perceber porquê, há pessoas que entram na nossa vida e se instalam… Não pedem licença para entrar, não partilham a sua história de vida, não justificam o caminho que percorreram para ali chegar e levam-nos mesmo a questionar o que fazem ali e o que temos em comum para que, ceder-lhes esse lugar, faça sentido.
Regra geral, sinto que essas pessoas são, matematica e racionalmente falando, diametralmente opostas a mim… Já não se preocupam com aquilo que os outros pensam porque já se preocuparam demais, já sofreram demais, já conseguiram pronunciar um gigantesco (ainda que por vezes silencioso) “BASTA!” e já não querem saber de mais nada... Mas com o passar do tempo, há algumas que me mostram porque há espaço para elas na minha vida e agradeço-lhes por isso.
Quando elas chegam para conquistar um lugar, aparecem sempre de braço dado (literalmente) com alguém importante para mim e já trazem meia batalha ganha, aquela que transcende o meu direito de escolha. A outra metade ganham-na quando sabem “ser” e “estar” comigo, quando conquistam os meus sorrisos, partilham as minhas crises existenciais como sendo algo perfeitamente normal e, como se isso não fosse suficiente, evidenciam gostar da minha companhia (não acredito que disfarcem bem porque eu não teria pachorra para isso).
4 de outubro de 2011
Fados
2 de outubro de 2011
Interrogação
Não sei se isto é amor. Procuro o teu olhar,
Se alguma dor me fere, em busca de um abrigo;
E apesar disso, crê! Nunca pensei num lar
Onde fosses feliz, e eu feliz contigo.
Por ti nunca chorei nenhum ideal desfeito.
E nunca te escrevi nenhuns versos românticos.
Nem depois de acordar te procurei no leito
Como a esposa sensual do Cântico dos cânticos.
Se é amar-te não sei. Não sei se te idealizo
A tua cor sadia, o teu sorriso terno...
Mas sinto-me sorrir de ver esse sorriso
Que me penetra bem, como este sol de Inverno.
Passo contigo a tarde e sempre sem receio
Da luz crepuscular, que enerva, que provoca.
Eu não demoro a olhar na curva do teu seio
Nem me lembrei jamais de te beijar na boca.
Eu não sei se é amor. Será talvez começo...
Eu não sei que mudança a minha alma pressente...
Amor não sei se o é, mas sei que te estremeço,
Que adoecia talvez de te saber doente.

