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2 de novembro de 2013

XVIII BOCAGE

bocage

Gosto de ter assim boas desculpas para sair de casa… Especialmente quando há quem alinhe comigo!

23 de maio de 2013

Festivais

Os meus festivais favoritos estão quase quase a terminar (chega o Verão e esta “doença” das tunas, que anda a par e passo com o calendário lectivo, tira férias) mas, sem que eu saiba bem como é que me deixei convencer, ainda tenho em vista este:

TABernal

E este:

fitam

Não sei se os horários se vão conjugar a meu favor (até porque o horário laboral parece que nunca existe quando faz mais falta e o horário dos expressos não gira à minha volta), não sei como me vou desenrascar (os meus 50500 rabiscos de mapas são algo que me transcende mas, ao mesmo tempo, são boas desculpas para me rir imenso), não sei se vai dar para tudo (dois numa noite é capaz de ser agressivo)… Há carradas de coisas que não sei mas há uma que eu sei muito bem: vou voltar ao Norte!

27 de abril de 2013

20 de maio de 2012

48 horas sem internet – Parte 3

Uma gestão de Geografia

Vila Nova de Gaia, Espinho, Porto (desde a Foz aos Aliados), Valongo, Baguim do Monte, Gondomar… Ponderando bem a questão, não são sítios próximos de Matosinhos!

Sem Título
Não fui Triste

6 de maio de 2012

23 de fevereiro de 2012

III Vila Morena

vila

No próximo dia 25 de Fevereiro, sábado, vai ter lugar na minha terrinha mais uma edição do Vila Morena (um festival de tunas) e, como diz um grande amigo meu, lá terei que reservar este fim-de-semana para ir a casa dos papás!

A animação vai começar durante a tarde, no Jardim 1º de Maio, para envolver a população e, posteriormente, será “transferida” para os Pavilhões da Feira (a partir das 21.30h), onde terá lugar a parte mais formal da festa Língua de fora

A concurso vão estar:
ESTuna
TUB
Versus Tuna
TASCA

Tunas Convidadas:
Tuna da Universidade Sénior de Grândola
SemperT'unos

No final da noite, a animação ficará a cargo do Dj Mark Sinner.

6 de junho de 2011

Matosinhos

Para tudo nesta vidinha, não me canso de o dizer, existe um caminho com dois sentidos... A verdade é que o ser humano anda cada vez mais comodista e grande parte de nós não quer fazer a metade do caminho que lhe compete. Eu incluo-me nessa maioria e descobri agora que o maior erro é pensar que fazemos esse caminho sozinhos... Com a companhia dos amigos torna-se tudo mais fácil!

Este fim-de-semana "caminhei" até Matosinhos, com o Barrento e a mana :) Para testemunhar o FITAM (Festival de Tunas do IPAM - Cidade de Matosinhos) rodeada de amigos!

Na sexta-feira à noite, houve lugar para o II ETAM - Encontro de Tunas Académicas de Matosinhos no Teatro Aurora da Liberdade, que eu não testemunhei... A viagem de Lisboa a Matosinhos é longa e, depois de um longo dia de trabalho, o que apetece mesmo é um petisco à maneira e umas cervejas fresquinhas.

Depois de uma caminhada saudável, presenciei as serenatas à cidade, em frente à Casa da Juventude de Matosinhos, que ficaram à responsabilidade das tunas convidadas para o festival: Tuna Académica da Universidade Portucalense, Versus Tuna – Tuna da Universidade do Algarve, Tuna Universitária de Beja e Tuna de Tecnologias da Saúde do Porto.
Não há nada como ouvir os "meus meninos" de azul a cantarem originais novos :)
Fizemos a festa à porta da Taberna da Boémia e do Restaurante Cangalhas mas a verdade é que a malta trabalhadora desiste cedo da rambóia e a paciência também se esgota mais rápido e, no número 27 da Residencial Senhor de Matosinhos, a FOX e o AXN estiveram a bombar às três e tal da manhã :)

No sábado, houve tempo para lavar os pés em Licor Beirão e com água também, que a brisa agradável que se fazia sentir não dava hipóteses aos copos (ou será que essa era a Panamá!?), tempo para conhecer o estúdio da ESMAE, tempo para comer caracóis, tempo para beber cerveja, tempo para conversar com os amigos sobre tudo e sobre nada... Houve tempo para aquecer a alma!

O festival foi à noitinha, em pleno recinto de festas do Senhor de Matosinhos, uma aposta bem conseguida porque quem queria ver mesmo o festival e ouvir conseguia, gerou-se um ambiente simpático com a malta espalhada por todo o lado.

Vibrei com os "meus meninos" da Versus Tuna, já nem me lembrava da última vez em que me tinha divertido tanto a ver uma tuna e a fazer claque. Matei saudades da TUB com as músicas do meu tempo (quando passava quase tanto tempo em Beja como nos outros festivais todos do país), como a Serenata Velha. Espreitei a TS para me encantar com a Rosa à Janela. Mas perdi por completo a Portucalense... A rapaziada algarvia lembrou-se de experimentar a temperatura da água de um laguinho que havia por ali e eu optei por assistir a esse espectáculo na primeira fila. Para encerrar o festival, subiu a palco a TAIPAM para mentir ao nosso coração e nos mostrar a Vaidade de Ser do Porto, um final em grande!

A festa deveria ser no Pegadas Bar mas nós rumámos à Taberna, para um fim de noite mais descontraído... Ainda se ouviram/cantaram/tocaram umas musiquitas mas, para o grupinho da minha malta, o toque de recolher também tocou cedo e o fim-de-semana de rambóia ficou por aí.

Não há palavras para agradecer a recepção de pandeiretas solistas, ou cavalheiros apanhados desprevenidos porque "ela traja de azul!?", de amigos que nunca tinha visto sóbrios tanto tempo, de sorrisos rasgados... Rapaziada da TAIPAM, em especial ao incansável Magister: Obrigada por tudo!

Foi também o fim-de-semana da despedida da Carolina, como ouvi dizer este fim-de-semana, uma das fundadoras do conhecido blog no mundo das tunas, que decidiu rumar a um código postal bem diferente para fazer companhia ao marido. Vai correr tudo bem! Eu fico por cá, a cantar ao som dos Heróis do Rock, "sou metade sem ti!" :)

Neste fim-de-semana, tal como em tantos outros, disse "foi a última vez", "estou velha e cansada", "já não tenho pedalada para isto", em jeito de acusação ao corpinho que já não recupera como há 10 anos trás mas, sempre que surge mais uma data, mais um local de reencontro de amigos para marcar na agenda, a resposta é a mesma: "era de valor ir até lá".

28 de maio de 2011

Camélias - Raul Ferrão



Camélias são flores ideais
Adorno dos passos reais
Só dela se quis rodear, a morta de amores
Que viveu para amar

E foi com certeza por vê-las
Ardendo em rubor tão singelas
Que Deus justo e bom perdoou
No último alento a quem tanto as amou

Refrão:
Camélias, tão rubras, tão vermelhas
São chamas de cetim
Camélias, são bocas que em centelhas
Dão beijos de carmim
Formosas, triunfam do ciúme
De qualquer outra flor
Com as Rosas, embora sem perfume
Competem no fulgor
Vaidosa a Camélia gentil,
Na sua altivez senhoril
Reflecte a grandeza, o esplendor
Que Sintra coquete impõe ao seu redor

Camélias sanguíneas tão belas
Orgulho de nobres lapelas
São chagas de cristo a vibrar
Que só ficam bem no frontal de um altar.

20 de fevereiro de 2011

II Vila Morena

Este ano, eu soube com tempo e só há lugar para uma dúvida... Com traje ou sem? :)