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5 de agosto de 2013

Profissão N+2

Se eu decidisse mudar de emprego agora iriam chamar-me de tola, diriam que estava louca ou algo do género... Como o decidem por mim (ainda que eu estivesse, finalmente, a fazer algo que verdadeiramente me fascina) já não há problema, dizem que é bom para mim porque fazer sempre o mesmo torna-se aborrecido e faz falta aprender coisas novas…

Algo dentro de mim fermenta e só me apetece explodir um: “Ó gente da minha terra”… Decidam-se! “Presa por ter cão e presa por não ter” é que não pode ser!

Mas tenho que passar por cima disso… Valores mais altos se levantam e, como iniciei esta semana a minha formação para desempenhar novas funções, tenho muito mais onde gastar as minhas energias. Vou trabalhar no mesmo departamento, com a mesma chefe, rodeada pelos mesmos colegas, mas numa àrea diferente e vou ser gestora! AHAHAHAHAHAHAH! Vou mesmo, vou ser uma gestora discricionária!

17 de julho de 2013

Profissão N+2

À espreita!

E eu só queria conseguir desligar o que quer que fosse para deixar de pensar nisso…

4 de agosto de 2012

Profissão N+1

Acerca do meu contexto profissional, muita gente me atira à cara que ando sempre a saltitar de emprego em emprego; muita gente me pergunta quando é que eu vou parar; muita gente se esquece que se conformou num posto de trabalho que nunca possibilitou crescimento ou realização pessoal com medo de correr riscos… Acabei por me habituar às teorias e, se não me traziam nada de novo, optei simplesmente por ignorá-las. Mas sei que foram essas teorias que me levaram a pensar: afinal quantas profissões é que eu já tive?.

Não foram assim tantas porque, dentro da minha área, fui-me comportando com um pêndulo que percorre diversas posições mas acaba sempre por voltar ao mesmo sítio e, para mim, este é o tipo de histórico de que me orgulho… Acumular experiências diversas, conhecer realidades totalmente distintas, enfrentar desafios e crescer, crescer sempre. Quer estivesse  rodeada de  investigadores, de motoristas de camiões, de psicólogos, de “avozinhas” carentes, de jovens rebeldes ou de administrativos comodistas, aproveitei sempre para aprender um pouco mais (porque reconhecer que as funções que desempenhamos não nos dizem absolutamente nada também é uma aprendizagem Língua de fora).

Lá para o final do mês, está previsto um acréscimo à minha listagem… Vou subir na vida e passar de estagiária a qualquer coisa que não sei bem o que será. Lol. Portanto, por agora, vou fazer como aprendi neste estágio: Viver um dia de cada vez! e comemorar cada uma das minhas conquistas.

Assim:

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E, simultaneamente, com uma tentativa de libertar a minha veia de consumidora não tão compulsiva como eu gostaria. A coisa até correu bem e deixei-me convencer (só) por estas: Ada Gatti; Bershka; Sfera; Taily Weijl (não, não fui à loja dos chineses); Tezenis Sorriso rasgado; Zara.

Tenho  que admitir que esta coisa de ter que andar vestida de modo mais formal não é tão fácil como parece, especialmente quando tenho que ser eu a escolher a minha própria roupa chique porque as consultoras de imagem, apesar de darem dicas muito úteis e válidas, andam todas noutro código postal Piscar de olho E depois tenho também o sentimento de “artificialidade” que me assiste quando olho para o espelho, dentro de conjuntinhos que nem a minha avó vestiria, e me deixa à beira de um ataque de nervos. A verdade é que ando a contornar, dentro do possível, estas adversidades e a tentar fazer de mim uma mulherzinha, sempre ouvi dizer que o hábito faz o monge…

21 de janeiro de 2011

Acumular

Neste mundinho de Sr. Formadores ou Sr. Professores, profissionalizados ou não (depende lá do nome do cursinho ter mais vírgula ou menos vírgula), existem palavrões como "acumulação" e que eu julgava nunca vir a compreender.
Esta semana, pela primeira vez na vida, precisei de conhecer o conceito e efectuar o meu pedido: "O meu nome é Gabriela e eu quero acumular!" :)

A sensação com que me deparei deve ser mais ou menos a mesma de um miúdo que é apanhado com a mão enfiada no frasco das bolachas, a sensação de estar a fazer algo de errado... Não acredito que as pessoas não percebam o desejo de "querer juntar mais uns trocos", por isso, fica no ar uma sensação estranha.

Mas a verdade é que o meu pai disse-me um dia que são necessários dois para comprar casa... Dois empregos!? Se assim for, estou meio passo mais perto, agora a acumular o meu part-time. HIHIHIHI!

Tenho imensos sentimentos camuflados no cantinho onde me escondo do mundo, mas não faz sentido esconder que estou feliz por mais esta oportunidade, não estou a cometer nenhum crime, estou a viver, a acumular experiências e competências...

20 de outubro de 2010

Profissões

A vidinha profissional mudou… E vai mudar ainda mais!

Ao escrever isto parece-me ouvir a voz do meu pai a buzinar no meu ouvido “Outra vez!?”, acredito que ele já não pense assim e que tenha desistido de me lembrar que não é bom andar sempre a saltitar entre empregos, mas prefiro isso a qualquer sensação de desgosto ou aldrabice ou “se fosses filha ou conhecida de alguém safavas-te” ou estupidez crónica que não seja a minha. Lol.

Na passada segunda-feira, dia 18 de Outubro de 2010, iniciei o meu part-time em pós-laboral como Sra. Formadora, naquele que será o meu novo trabalho/emprego a partir de dia 2 (exactamente um ano depois de ter iniciado estágio no sítio onde estou agora). Estou de volta à formação de adultos e tenho uma nova oportunidade :)
Cada vez mais acredito que o mercado de trabalho está mau mas que está ainda pior para quem não vai à procura, para quem não corre atrás… E agradeço a todos os que me “espicaçaram” para ir à procura de melhor enquanto eu tentava, sem sucesso, acomodar-me e a todos os que ficaram do meu lado e me aturaram na hora das incertezas.

Eu acredito que vai correr bem!

Um dia um amigo com veia paternal disse-me que eu era algo como “um copo de água no meio de uma tempestade prestes a transbordar” e que procurava mais o desenvolvimento no meu relacionamento com os outros do que propriamente o progresso na carreira. Não sei em que parte de mim ele leu isso mas sempre soube que estava certo, continuo a achar que não sei lidar com as pessoas e vou fazer (mais) uma tentativa para mudar isso.