14 de fevereiro de 2019

Happy Valentine's Day

Cada vez estou mais certa que todas as pessoas cruzam o nosso caminho por um motivo específico...

O jantar hoje foi lasanha 😊

11 de fevereiro de 2019

New Year, Old Habits


“Life changes in a heartbeat”

O 2019 começou com as folhas todas em branco… E, rapidamente, essas folhas em branco começaram a ser preenchidas, rasuradas, entupidas, inundadas… A uma velocidade ainda mais rápida e alucinante que os macaquinhos trabalham no meu sótão. O calendário, na medida em que se pretendia um calendário de registos, sofreu a mesma sorte.

De repente, surgiram as pessoas. E essas pessoas querem atenção (embora se esqueçam que o caminho de A para B é o mesmo que de B para A).

Já eu quero que não me chateiem, que não me cobrem, que não me imponham restrições que não tenho, que não me façam ter trabalho com algo que não me interessa, que se façam à vidinha e me deixem na minha paz (também ela rápida e alucinante porque é sempre invadida por macaquinhos).

Quando as mesmas escolhas que nos unem são aquelas que nos separam, sinto que o mundo está cada vez mais às avessas. E fecho-lhe a porta!

18 de abril de 2018

Temas proibidos

"Jóia de luz, entre as mulheres"
by Paulo Gonzo

Não deixes que te ofusquem... Mereces brilhar!

3 de abril de 2018

Viver com Psoríase - One done, four more to go

Ontem, comecei mais uma jornada na minha vida: iniciei o tratamento da psoríase com recurso a Biológicos que, muito basicamente, são duas "canetas" (para que a pessoa faça as próprias aplicações) com um soro milagroso, para injectar em cada um dos lados da barriga (podia sair de lá coxa mas assim minimizam o risco).

A minha maninha querida amor sofre com este mal da psoríase desde que eu me conheço por gente e, apesar de ter melhorado bastante na altura em que esteve grávida, sempre procurou um alívio mais permanente para esses sintomas. E essa opção da gravidez também não me parecia o caminho certo.

Eu, por minha vez, sempre achei que se até aos trinta anos me tinha escapado entre os pingos da chuva, seria possível continuar assim até ao fim da vida. Estava enganada. A entrada nos "inta" trouxe-me esse brinde e, apesar de escolher zonas menos visíveis para atacar o meu corpo, a psoríase e o desconforto associado à mesma fez-se notar.

A partir do momento em que ela (a dita cuja minha senhora minha irmã) iniciou o tratamento e teve efeitos espectaculares logo na primeira semana, era uma questão de tempo até que me conseguissem converter. [Acho que o constante sacudirem-ME a "caspa" dos casacos e das camisolas também ajudou.]

O meu processo foi bem mais demorado, porque eu sou totó e ainda acho que o trabalho é uma prioridade na vida, e as 50500 etapas necessárias também não englobam as escolhas que eu mais gosto de fazer (por exemplo, madrugar para fazer mais um exame ou dormir até tarde e fazê-lo numa qualquer tarde da semana seguinte). Mas, esta semana, chegou finalmente o dia de me dirigir à clínica, acompanhada pelo meu novo kit super sexy (leia-se saco térmico quadradão e roxo) onde armazeno o soro da mudança e...

Acham mesmo que era assim tão simples!?

Estive quase uma hora a ouvir todas as diferenças de assumir uma vida com psoríase, todos os cuidados necessários para que faz tratamento da psoríase com biológicos, todas as medicações recomendadas como substituição para as mais comuns que acentuam as crises de psoríase... Para que, aí sim finalmente, me fossem injectadas as duas doses de maravilha.

Resultado: Uma brutal sensação de ressaca na versão "dentro de uma sauna" (logo eu que tenho sempre frio!). Porque os efeitos secundários desta primeira vez podem ser quase tudo.

8 de fevereiro de 2018

Férias por aqui

Por vezes, assim do nada, a vida surpreende-nos, o inesperado desejado acontece e somos confrontados com realidades diferentes da "nossa". E temos que nos sujeitar.

Para mim, férias sempre foi sinónimo de sair e fugir à rotina (aliás, nem me lembro de estar tanto tempo em casa sem ser quando tive desempregada). Mas, quer seja necessário em termos legais ou não, desta vez aproveitei os limões que a vida me deu e fiz limonada, estou de férias entre entidades patronais.

Como o maridão anda fora a trabalho (e as viagens para aquele destino eram caríssimas) e depois vai andar em stress com os prazos do trabalho, estas férias vão ser feitas por cá e sem sair do aconchego do lar. [E já começa a ser estranha aquela sensação de nem saber qual é o dia da semana.]

Honestamente, tenho a sensação que das 50500 coisas que achava que deveria fazer para aproveitar estes dias já fiz 50499 e não me parece que os astros estejam alinhados para que isso mude radicalmente. Mas tenho uma certeza, corpo e mente estão a alinhar-se para o que aí vem.

Eu sou forte, eu consigo!