27 de dezembro de 2011

Listinhas

Sou fã de "listinhas"! Faço listas para (quase) tudo: tarefas para fazer; locais a visitar; coisas a comprar; livros a ler; coisas a mudar... Porque, no fundo, sinto sempre que elas me ajudam a não dispersar muito e a não me esquecer dos meus verdadeiros objectivos.

Neste momento, preciso fazer uma listinha de "Itens essenciais para levar para um fim-de-semana de fim de ano", outra de "Resoluções de ano novo" e outra ainda de "Coisas que sempre achei que não tinha tempo para fazer mas que agora poderei pôr em prática".

Aceitam-se sugestões :)

25 de dezembro de 2011

A todos um bom Natal

A todos um bom Natal
Que seja um bom Natal
Para todos nós (Refrão)

No Natal pela manhã
Ouvem-se os sinos tocar
Há uma grande alegria
No ar
(Refrão)

Nesta manhã de Natal
Há em todos os países
Muitos milhões de meninos
Felizes
(Refrão)

Vão aos saltos pela casa
Descalços ou em chinelas
Procurar as suas prendas
Tão belas
(Refrão)

Depois há danças de roda
As crianças dão as mãos
No Natal todos se sentem
Irmãos
(Refrão)

Se isto fosse verdade
Para todos os meninos
Era bom ouvir os sinos
Cantar
(Refrão)

Esta é, para mim, A música de Natal... É verdade que actualmente já existem 50500 outra músicas que associo ao Natal, e das quais gosto, mas nunca vou esquecer o tempo em que ainda achava o Natal mágico e esta música ecoava cá por casa.

18 de dezembro de 2011

“Midnight in Paris”

midnightinparis-affiche

Adorei!

Um filme de Woody Allen que lida, de forma única, com a permanente insatisfação do ser o humano e nos apresenta, de modo subtil, Paris. E até tem uma personagem com um nome lindo que gosta de andar à chuva, a “Gabrielle”.

12 de dezembro de 2011

H. M. Guimarães

Ando há uns dias a ler (e adorar) uma tese de mestrado, de 1988, “Ensinar Matemática: Concepções e Práticas”, escrita por um licenciado em Engenharia Electrotécnica para obter o grau de Mestre em Educação…

A investigação exposta na tese tem como objectivo perceber o que pensam os professores de Matemática sobre a disciplina e o seu ensino, partindo de algumas questões principais e tendo em conta as práticas desses professores.

Quando comecei a lê-la, a minha ideia era alargar os horizontes, conhecendo as perspectivas de quem já lecciona a disciplina e tentar perceber, através de exemplos, como é que isso se coloca em prática. Mas o resultado acabou por não ser bem esse…

Senti-me envolvida, revi-me nos professores que foram acompanhados no estudo (“uma coisa é saber o que se deve fazer, outra coisa é colocá-lo em prática) e questionei-me como se, também eu, tivesse voto na matéria.

A verdade é que ainda tenho imensas perguntas sem resposta… Não sei como (nem porquê) optei pela Matemática, não consigo encontrar uma descrição exaustiva e abrangente para Matemática (embora já o tenha tentado), não estou certa qual será o papel do professor e (ainda) não consigo diferenciar um bom de um mau aluno. Mas sei o que é, para mim, um bom professor!

De acordo com as experiências que vivi, estabeleci referências e admiro o professor empático, que nos “espicaça” o espírito até mesmo com as suas repreensões, que nos mantém motivados, que tem toda a paciência do mundo para as maiores palermices, que se mostra compreensivo mas ao mesmo tempo com garra… Um professor assim como o que escreveu a tese que ando a ler…

6 de dezembro de 2011

SHIUUUU I

Não sei bem como mas fui de encontro a um blog diferente o Shiuuuu..., um blog que partilha segredos sob a forma de imagens sem expor os seus autores (como este que copiei para aqui). Gostei do conceito...
Para mim, não há nada como libertar as emoções!

5 de dezembro de 2011

Revejo-me

“Hoje levei-te uma pedrinha, pelo teu aniversário…

Cheguei de mansinho como quem entra num espaço que não lhe pertence e distraí-me a admirar a prenda linda, linda, linda que o teu irmão pensou para ti. De repente, apercebi-me que, ao fim de quase dois anos, a tua mãe deixou de lutar contra mim e contra as minhas pedrinhas… Fui aceite!

Não sei se consegues imaginar o efeito que esse embate frontal teve em mim, não estava mesmo nada à espera… Agora, de alguma forma, tens sempre a minha companhia.”